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Dados históricos e tendências do setor de isolamento térmico via recobrimento.
Desenvolvimento
Preparação das superfícies, aplicação & rendimento.
Resultados da aplicação de IsolReflex em diferentes materiais
IsolReflex


 
Dados históricos e tendências do setor de isolamento térmico via recobrimento.
 

No passado, a única tecnologia utilizada para isolamento térmico era de isolantes de massa como a lã de vidro, celulose e a espuma de poliuretano por exemplo. Os isolantes de massa atuam através de sua espessura, resistência e condutibilidade térmica; ou seja; o calor vai se propagando pelo isolante lentamente e quanto maior for a sua espessura, maior será a resistência térmica e menor a condutibilidade térmica, pois mais demorada é a passagem do calor através do isolante. 

Embora estes isolantes apresentam boa eficiência, são bastante limitados quanto à sua aplicação. No caso da lã de vidro e da celulose, estes podem ser usados somente na parte interna das construções pois se deterioram rapidamente quando expostos às intempéries. A espuma de poliuretano é outro isolante bastante utilizado, embora proibido por várias empresas multinacionais devido a sua alta toxicidade e combustibilidade. Esta espuma, similarmente à lã de vidro, é bastante utilizado na confecção de telhas do tipo sanduíche e também pode ser aplicado na superfície externa da cobertura. Neste caso, por não resistir à umidade e às irradiações solares, sua superfície deve ser coberta com um impermeabilizante e sobre este é aplicada uma pintura resistente à irradiação ultravioleta, devendo esta proteção ser refeita a cada 3 ou 4 anos, o que gera um custo adicional eterno.

Uma outra categoria de isolantes térmicos começou a se ser desenvolvida há aproximadamente 30 anos por empresas norte-americanas, o chamado isolante refletivo. No início foi muito utilizado o chamado "Aluminum foil", que consiste na colocação de folhas ou um laminado fino de alumínio por baixo das telhas para que o calor irradiado pelas mesmas fosse devolvido na tentativa de impedir que o calor passasse para o ambiente interno. O resultado desse tipo de isolamento é que o telhado, que antes era atacado pelo calor somente pela parte externa, passou a ser atacado também pela parte interna, deteriorando selos e vedações com maior rapidez e criando uma espécie de efeito estufa com uma eficiência térmica muito baixa. Considerando esses problemas algumas empresas começaram a desenvolver isolamentos que utilizavam os mesmos princípios mas que fossem aplicados como pintura pelo lado externo com o objetivo de criar uma barreira térmica refletiva, oferecendo uma proteção extra à cobertura, eliminando problemas de manutenção e prolongando a vida útil das mesmas. A idéia pode ser encontrada nas mantas asfálticas revestidas com folha de alumínio. Os problemas fundamentais desse sistema é que a refletividade desses sistemas é ainda baixa e uma parte significativa da radiação solar é absorvida e posteriormente essa energia é repassada na forma de calor.

A tendência atual no setor de isolamento térmico via recobrimento é o uso de ambos os princípios; a alta resistência térmica e a alta refletividade, num revestimento externo aplicado na forma de tinta que incorpore alem das propriedades anti-térmicas, outros valores como isolamento acústico, impermeabilidade e resistência à propagação de chama.

     
 
 

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